segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Shine bright like "Diamonds"

Video of the Day: 

Asanda Jezile the 11yr old diva sings 'Diamonds' - Week 3 Auditions: Britain's Got Talent 2013

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Croácia, por quê?


O Ano Perdido


Dia 11 de fevereiro de 2013. Há pouco mais de 9 meses eu entrava num avião com uma única certeza: a incerteza! Trocava uma “formatura-certa” e um “futuro-certo” por um intercâmbio para um lugar que eu nunca tinha ido, nunca tinha ouvido falar e nunca tinha pensado em estar.
 Alguns chamaram de loucura, outros chamaram de coragem. Eu já nem tentava nomear. O que antes era sonho, já era quase fato no dia do embarque . O que seria, então? Meus pais chamavam de “investimento no meu futuro” (mas…não seria no presente?). Era muita justificativa para uma só opção: subverter a ordem das coisas na sociedade! (Como assim, você não vai se formar no “tempo certo”?).
Os pessimistas chamaram de “Ano Perdido”. A eles eu dedico o meu post. Eles estavam certos: eu, realmente, perdi muito esse ano!
Primeiro de tudo, eu perdi MAIS um ano normal na faculdade, imaginando como seria aquele mundo de que eu tanto ouvia falar, mas conhecia apenas uma insignificante parcela. Eu perdi de passar mais um ano pensando “E se…?.” Eu perdi um ano de desejar ser uma pessoa em intercâmbio. Eu perdi um ano de reclamações. Eu perdi um ano de atormentar os meus amigos e familiares com o meu mau humor e frustração. Eu perdi de passar um ano num lugar, achando que meu lugar era outro. Eu perdi uma formatura que me traria mais infelicidade que satisfação.
E tem mais!
Eu me perdi pela Europa, eu me perdi pelo mundo. Dei um pulinho na Ásia, só pra sentir o gostinho do – ainda mais – diferente. E querer voltar. Eu me perdi pelas ruas de todas as cidades que visitei, principalmente Barcelona!
Eu me perdi pelos meses, pelas semanas e pelas horas. E, só não me perdi mais, porque as estações do ano estavam sempre lá, dispostas a lembrar que os tempos estavam sempre dispostos a mudar, do mesmo modo que eu mudava.
Eu perdi ônibus, perdi trem, perdi avião. Sim, eu perdi!  Eu também perdi o sentimento de perda. Esse – que eu já começara a abandonar quando decidi vir para a Croácia – continua se perdendo em cada viagem, em cada conversa, em cada pessoa, em cada história de vida que eu não conheceria se tivesse continuado abraçada ao comodismo.
Eu perdi o medo. E esse, esse foi o mais difícil de perder. Às vezes ele visita, tenta se agarrar de volta, mas não demora a ser expulso. Perdi o medo da estrada, perdi o medo da solidão, perdi o medo do futuro. Eu perdi o medo da vida, eu perdi o medo da sociedade. E esse foi o mais lindo dos medos perdidos. Não, eu não ouvi falar. Eu vi. Eu vi que nesse mundo tem – SIM!- gente capaz de fazer o bem pelo bem. E isso trouxe a esperança de volta. Ah, a esperança! Mas, peraí, essa entra nos ganhos. E esse texto é sobre perdas, certo? Melhor parar por aqui…
Ah, eu também perdi o apego material. Claro que, infelizmente, ainda não totalmente. Sim, ainda lentamente, ele se esvai. Ele se vai. Ao longo de todo o processo anterior ao intercâmbio e ao longo do próprio intercâmbio. Primeiro por uma questão de racionamento de dinheiro e, pouco a pouco, por uma questão de consciência.  As coisas materiais acabaram por se tornar simplesmente…materiais. Apesar de matéria, elas carecem de substância!
É a tal da filosofia da banana, que minha grande amiga, companheira, aventureira desse ano de filosofias, viagens e aventuras, Jana Maurer, bem nomeou e descreveu aqui.E isso só entende e concorda quem já sentiu a sensação de ter a “vontade de conhecer” mais pesada que a “mochila nas costas”.  É incrível como o “ter” se torna totalmente substituível pelo “conhecer”.
E, finalmente, alguns irão argumentar: mas, e os momentos com seus amigos e familiares que você, efetivamente, perdeu? Aqui, eu reconheço, eu perdi. Mas, com isso, eu (re)conheci  o que e quem eu realmente sinto falta nos meus dias. Eu (re)conheci o que realmente é importante pra mim no Brasil e/ou em qualquer lugar do mundo: pessoas, afeto, laços, momentos, que se criam e renovam no tempo. Ops! Esses são, de novo, ganhos e não perdas.
E aí eu chego à última e mais importante da lista (não exaustiva) de perdas: eu perdi o lado negativo da vida. Perdi essa mania de ver tudo pela ótica da perda. Porque, no fim, toda perda tem seu ganho. Você só estava cego demais para enxergar.E aí, eu também perdi a cegueira. Cegueira de achar que eu era incapaz de narrar minha própria história.
Pois é. Eu perdi muito. 
rosadosventos_bergamo
*Ps: Este texto serve apenas como incentivo àqueles que têm a vontade de fazer um intercâmbio mas não o fazem por medo das eventuais “perdas”. Eu, apesar de muito sonhadora, não perdi – ainda- a noção de que há pessoas que não têm a possibilidade de fazer um intercâmbio, ou mesmo não têm o mesmo sonho, ou, ainda, têm a opção de trilhar outros caminhos, mesmo o tradicional.  Todo o meu respeito à história de cada um. 

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Inglês sem Fronteiras oferece cursos preparatórios para testes de proficiência em inglês



O Núcleo de Língua Inglesa (NucLi) da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), implementado pelo Departamento de Letras (DELET),iniciará suas atividades acadêmicas a partir de 09 de dezembro de 2013 e as aulas dos cursos presenciais de língua inglesa terão início em 13 de janeiro de 2014. Os cursos presenciais são gratuitos e visam à aprovação em testes de proficiência, como TOEFL e IELTS.

O Núcleo de Língua Inglesa é uma das iniciativas do Programa Inglês sem Fronteiras (IsF), parceria entre a UFOP, MEC/SESU e  CAPES, em apoio ao Programa Ciência sem Fronteiras. Serão ofertadas 135 vagas, com aulas nas instalações do campus Morro do Cruzeiro.

As aulas serão destinadas aos alunos de cursos elegíveis ao Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) que atendam ao perfil definido pelo CsF e que estejam cursando (com sua inscrição ATIVA) no MyEnglish Online - MEO (
http://www.myenglishonline.com.br/), oferecido também gratuitamente pela CAPES, conforme já amplamente divulgado em mídia local e nacional desde março de 2013. Os alunos que já se inscreveram no MEO, mas não ativaram suas senhas, deverão iniciar as atividades do curso a partir de agora e permanecer ativos para poderem ter acesso aos cursos presenciais. Os demais poderão solicitar suas inscrições de imediato, uma vez que o processo de autorização de senhas pela CAPES pode demorar dependendo da demanda pelo curso.

As inscrições aos cursos presenciais de língua inglesa serão efetuadas
exclusivamente pela internet, por meio de link disponibilizado na página eletrônica do Programa IsF, no endereço: http://isf.mec.gov.br.O sistema ficará disponível para inscrição dos candidatos a partir das 12h do dia 09 de dezembro até às 23 horas e 59 minutos do dia 16 de dezembro de 2013, observado o horário oficial de Brasília-DF.

As aulas dos cursos de língua inglesa serão realizadas ao longo da semana em horários alternativos (no horário do almoço, por exemplo) e aos sábados, no total de quatro horas de aulas presenciais por semana. Além das aulas presenciais, os alunos do MEO poderão ter acesso a três horas de acompanhamento on-line semanais.

O Programa Inglês sem Fronteiras visa incrementar a elegibilidade dos discentes da universidade à mobilidade internacional a partir do desenvolvimento da proficiência em língua inglesa. Outras informações podem ser encontradas no site
http://isf.mec.gov.br e com os coordenadores IsF de nossa instituição nas instalações do NucLi, por meio do telefone (31) 3559-1192 ou pelo e-mail isf.ufop@gmail.com.







terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Five things you may not know about Christmas

By Tyler Vendetti

As a self-declared Christmas fanatic, I pride myself on being able to sing the words to nearly every holiday song and find the perfect gifts for my friends and relatives at least 5 months in advance. However, my extensive knowledge ofChristmas has its limits and every once in awhile, I come across a tidbit or two that I hadn’t heard before. Recently, I stumbled upon a handful of articles filled with fun Christmas facts that totally blew my mind and so I thought I’d share some with the lovely Internet community.
1) Santa’s reindeer are all female. 
Despite all of the TV specials that depict Rudolph and his friends as a pack of guys, Santa’s reindeer are technically supposed to be all girls. While male reindeer typically shed their antlers sometime in November or the beginning of December, females shed their antlers in the spring after they give birth. Therefore, Rudolph the Red-Nosed Reindeer has been wrongly identified as male this entire time. (Talk about embarrassing.) This fact isn’t entirely proven, however. Some researchers have argued that Santa’s reindeer may be “steers,” castrated reindeer that are stronger and retain their antlers for longer periods of time. Others have suggested that the male reindeer were just late bloomers and didn’t drop their head-branches (I’ve said “antlers” too many times in this paragraph; I’m just trying to switch it up…) until late December. If Santa’s deer-pack is all female, though, someone better start re-writing Rudolph’s theme song. “Then all the reindeer loved HER, as they shouted out with glee…”
2) Martin Luther was the first person to decorate a Christmas Tree.
Rumor has it that one evening, as Martin Luther was walking towards his home, he noticed the stars shining in through the evergreens and decided he wanted to recreate the scene for his family. After lugging a tree into his house, Luther decorated the tree with lit candles,thus initiating the tree-lighting tradition. I’m not going to comment on the fact that putting lit candles on an incredibly flammable tree was a totally reckless move on Luther’s part because I have 11 months out of the year to be Scrooge and I’m going to try to look on the bright side (pun definitely intended) but if I were going to point out such a detail, that’s what I would say. Candles weren’t the weirdest tree decoration back in the day, believe it or not. Even before Luther’s nighttime stroll, medieval actors used to decorate trees with apples during “Paradise Plays,” which depicted the story of Adam and Eve.
3) The “X” in “X-Mas” comes from the Greek.
One of the things that I find most shocking in life is that I used the term “x-mas” at least one hundred times without ever questioning what the “X” stood for. At first, I thought it was meant to represent Jesus’ crucifixion (if you stare at the X sideways, it kind of looks like a cross…) but then I discovered the real, more logical explanation. The word “Christmas” is derived from the Old English phrase Cristes mæsse meaning Christ’s Mass. In Greek, “X” is the first letter of “Christ” so “X-Mas” is just one big switcheroo. I can’t stop you from calling your friend Christina “X-ina” but I can at least tell you where the abbreviation comes from.
4) Candy canes represent the staffs of the shepards who visited baby Jesus.
Apparently, candy canes are not just minty snacks that “shopping mall Santa” hand out after forcing a very uncomfortable family photo out of you. Around the 1670s, a German choirmaster was looking for a way to prevent children from talking during church. He asked a candymaker to create a bunch of Christianity-themed sweets that he could use to distract the kids and lower the noise level. Under the choirmaster’s instructions, the candy maker added a hook to the top of the candy stick to help the kids remember the shepards who visited baby Jesus. Even the colors of the candy cane were intentional: white was often seen as representing “purity” and red symbolized Christ’s sacrifice. Therefore, the red and white peppermint stick is, in reality, one giant (errr, mini) religious emblem. (Source)
5) Santa is real. And also Turkish.
The Santa Claus that slides down chimneys and delivers presents may not be real, but the jolly Santa figure had to come from somewhere. Santa Claus is based on the fourth century figure, St. Nicholas of Myra, the world’s most popular non-Biblical saint. Born in Patara (a modern-day area of Turkey), this ancient Santa figure was known to slip presents and coins into people’s shoes while they were sleeping. Many other stories sprung up around the figure (many of them myths), including the story of three girls who could not marry because they did not have any dowry. Supposedly, Saint Nick got wind of their problem and threw bags of coins down the chimney, which conveniently landed in their stockings that were hanging on the fireplace. The women found the money and were then allowed to marry. And so, the stocking tradition was born.
I have no idea where the idea of Santa as an overweight, red-faced grandpa came from, though, because according to my research (read: the Google search I just did), Santa looked more like this:
Santa
This guy looks like he would prefer tea and biscuits over cookies and milk but that’s just my opinion.